Nome: Mariana Paltanin Inácio
Idade: 22 anos.
Cidade: Alto Paraná, Paraná.
Fotógrafo: Shigueru Yamanishi
Cosplay: Princesa Peach
Cosplays que já fez:
1º Chun Li – Street Fighter
2º Ravena – Teen Titans
3º MarioBros (versão feminina)
Como você entrou no mundo cosplay?
Mariana: Desde pequena (quer dizer, desde
criança, porque pequena sou até hoje hahahaha) eu sempre gostei de me
fantasiar, de subir no palco, atuar, ser outra pessoa por alguns momentos. E
também curto muito games, desenhos antigos, animes, coisa e tal. Aliei essa vontade ao convite do meu primo
Henrique (que também faz cosplay) para conhecer o AnimeIngá no ano de 2012, em
sua 7ª edição. Decidi já ir vestida com o meu primeiro cosplay, uma das minhas
personagens preferidas dos games de luta: a Chun Li. A partir daí, eu me
apaixonei por fazer acessórios, passar noites bolando ideias, projetos.... E
agora, acho que mesmo velhinha ainda vou fazer cosplay. Me apaixonei por esse
mundo.
Qual cosplay deu mais trabalho para você fazer?
Mariana: Sem dúvida, o mais trabalhoso foi
o último que fiz, o da Princesa Peach. Ele foi o mais trabalhoso (cheio de
detalhes que fazem toda a diferença) não o mais difícil, tendo em vista que fiz
todos os acessórios tanto do cosplay quando do cenário para a apresentação.
Dos cosplays que você já fez, qual foi o mais difícil?
O mais difícil de fazer foi o da
Ravena.
Qual parte de seu cosplay foi mais complicada para fazer?
Mariana: Sem dúvida, a parte mais
complicada foi o cinto. Queria algo diferente e que destacasse o poder dela de
alguma maneira. Surgiu então a ideia de o cinto acender. Em primeiro lugar,
achei um cinto mais ou menos da cor que eu queria e tingi com spray dourado. O
segundo passo foi preparar as esferasa serem pregadas no cinto, utilizei fundo
de latinhas de cerveja, também tingidas de dourado, como base para as esferas.
As esferas foram feitas de resina + catalisador. Mas aí surgira a dúvida: como
eu faria para as leds permanecerem dentro das esferas sem que se deslocassem ao
topo?
Como conseguiu solucionar o problemas do cosplay?
Mariana: O problema foi solucionado com
uma “estrutura” improvisada de palitos de churrasco e latinhas de cerveja, onde
os fios eram fixados na altura que eu queria dentro da esfera. Depois de tudo
isso, liguei os fios numa bateria costurada ao cinto e pronto, com um
botãozinho, eu consigo ligar e desligar. E o AzarathMetrionZinthos tem seu
toque especial.
Qual a parte mais divertida de ser um Cosplayer?
Mariana: Ah, sou muito suspeita pra falar.
Fora do palco eu sou bem tímida, como a Mariana mesmo sabe? Mas quando eu estou
de cosplay, consigo me soltar mais, incorporar de verdade a personalidade dos
personagens. É bem gostoso você ver o trabalho depois, ver que os acessórios e
roupas ficam super parecidos com o personagem. Também adoro tirar fotos com as criancinhas,
elas ficam maravilhadas, os olhos brilham, reconhecem o personagem e conversam
com você como se fossem do jogo/anime.

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